segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Opinião: "O meu nome é..." de Alastair Campbell [Editorial Bizâncio]


Alastair Campbell com este livro impressiona o leitor com uma narrativa que apesar de ser fictícia, acredito que não esteja muito distante da realidade. 

No que concerne ao comportamento adicto, seja ele referente à bebida alcoólica ou ao consumo de estupefacientes sabe-se que é muito pior a dependência psicológica do que a dependência orgânica. Pois, a dependência orgânica é resolvida com ausência de consumo-, o organismo volta a ter o seu desempenho normal. Já a dependência psicológica - privação/abstinência/rituais + o factor gatilho que despoletou o consumo das bebidas alcoólicas - implica um grande trabalho de intervenção/reestruturação psicológica que não tem previsão de tempo de tratamento, estando totalmente dependente do querer do utente.

Se me pedissem para descrever este livro em apenas uma palavra, diria:  SOBERBO - porque este livro deveria ser de leitura obrigatória para todos. E a razão dessa obrigatoriedade, depreende-se com a construção da empatia (muito em falta na nossa sociedade) que é incutida no leitor, e que por sua vez, nos leva a ver outros pontos de vistas, que não o nosso (status quo).

Boas Festas! [Editorial Bizâncio]


Boas Festas!!! [Editorial Presença]


BOAS FESTAS - ALFARROBA


sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Opinião: "O Pinóquio" e "A Caixinha das Surpresas" de Walt Disney [Círculo de Leitores]


Desta Antologia da Disney, a história que se destaca deste livro é a do Pinóquio. O menino que aprendeu que mentir era feio e desonesto.

Numa época em que vivemos envolvidos de corrupção, em que os GRANDES que roubam milhões continuam mentindo dizendo que não roubaram. Continuando sem conseguir provar a sua inocência e  de onde provieram tantos milhões.

Sugiro, a esses GRANDES SENHORES que na sua maioria o que fizeram, foi somente roubar o Zé Povinho, que se espelhem na história do Pinóquio e na sua moral.

Talvez haja ESPERANÇA e CONSCIÊNCIA para repor aquilo que retiraram do povo.